quinta-feira, 17 de junho de 2010

Manipura Chakra (Navel, Solar Plexus)

Located in the area of the solar plexus, navel, and the digestive system, the fiery third chakra is called Manipura, the “lustrous gem.” Associated with the color yellow, this chakra is involved in self-esteem, warrior energy, and the power of transformation; it also governs digestion and metabolism. A healthy, spirited third chakra supports us in overcoming inertia, jump-starting our “get-up-and-go” attitude so that we can take risks, assert our will, and assume responsibility for our life. This chakra is also the place of our deep belly laughter, warmth, ease, and the vitality we receive from performing selfless service.

Sensible risk-taking is one way of gaining confidence and flexing your third chakra power muscles. For some people, a risk is dropping back from Tadasana (Mountain Pose) into Urdhva Dhanurasana (Upward Bow Pose); for others, it might simply be getting to their first yoga class. Risks may involve confrontation, setting limits, or asking for what we need—all ways of reclaiming our power.

Digestive problems, eating disorders, feeling like a victim, or experiencing low self-esteem can all be indications of a deficient third chakra. When you feel disempowered or in need of re-energizing, third chakra poses fan the flames of your inner fire and restore vitality so that you can move from the strength of your core. Practice Suryanamaskar (Sun Salutation), abdominal strengtheners like Navasana (Boat Pose), Ardha Navasana (Half Boat Pose), and Urdhva Prasarita Padasana (Leg Lifts), Warrior poses, twists, and Bhastrika Pranayama (Bellows Breath or Breath of Fire).


http://www.yogajournal.com/basics/898?page=4

Ramakrishna para 16.06.10

Uma vez, durante um transe místico (Bhava Samadhi) Sri Ramakrishna falou“Compaixão pelos seres?” “Quem são vocês para mostrar compaixão por eles? Não! Não! Em vez disso, trabalhem duro e vejam o Senhor Shiva em cada ser humano! E, com amor, sirvam cada ser como se estivessem servindo ao Senhor Shiva mesmo!”

Polke

Like Beuys, Polke created extraordinary assemblies of the most ordinary materials, which also appeared in his collages and paintings: at one point he developed a particular penchant for liverwurst and potato that culminated in 1967 with Potato House, a remarkable flat-pack installation. It was, however, as a figurative artist that he achieved the greatest success, combining ironic references to old master prints and paintings with the direct, bold imagery of popular culture, culled from newspapers, advertising and comics. In this, he was undoubtedly influenced by such figures as Andy Warhol and Roy Lichtenstein, whose trademark coloured spots he adapted into his own, deliberately blurred "Polke dots".

In 1963 Polke, together with such luminaries as Gerhard Richter, co-founded the movement known as Kapitalistischer Realismus ("capitalist realism"). The name is a subversion of socialist realism, the stifling official style promoted in the communist east. However, Polke's paradoxical work, with its shoddy representation of desirable foods and other commodities, was above all a parody of western commercialism.

The artists emphasised the provocative quality of their work with a series of events, including a memorable display held in 1963 inside a Düsseldorf furniture shop-front: Polke and Richter even posed themselves as "living sculptures" seated on armchairs. Within three years Polke had his own one-man exhibition at the René Block gallery in Berlin, which was soon followed by the award of the German youth art prize.

Polke's technique was always experimental and versatile. His media ranged from film and photography to watercolour, gouache and various forms of drawing. As if to emphasise his independence from history or convention, he sometimes used ephemeral substances, such as fruit juices, beeswax and candle smoke, or, like an impassioned alchemist, sprinkled grains of meteorite or arsenic over canvases covered with resin. Most strikingly, he made multilayered works from materials that included paint, lacquer, screenprint and plastic sheeting.

This physical complexity gave Polke's images a disturbing, even hallucinatory quality that may reflect his experimentation with recreational drugs, especially LSD. Mushrooms are a recurrent theme, and his photographs include manipulated images of the opium dens that he visited in Pakistan during the 1970s, some years before his renunciation of drugs and drink. While some critics have savoured this narcotic vibe, the distinguished author and broadcaster Robert Hughes compared it, less kindly, with "the rambling, no-rules character of a dopehead's monologue".


http://www.guardian.co.uk/culture/2010/jun/14/sigmar-polke-obituary

terça-feira, 15 de junho de 2010

enjoying their stroll

"Like idleness itself, there is a paradoxical purpose to flânerie: slow walking may seem like a waste of time to your man of business, but to the creative spirit it is a fertile activity, for it is when walking that the flâneur thinks and generates ideas. Benjamin gives many examples of these. No less a figure than Beethoven, Benjamin tells us, via a quote from dictionary-writer Pierre Larousse, wrote music in his head while out and about:

In the first years of this century, a man was seen walking each and every day - regardless of the weather, be it sunshine or snow - around the ramparts of the city of Vienna. This man was Beethoven, who, in the midst of his wanderings, would work out his magnificent symphonies in his head before putting them down on paper. For him, the world no longer existed; in vain would people greet him respectfully as he passed. He saw nothing; his mind was elsewhere."


5 p.m: The Ramble. How to be Idle, Tom Hodgkinson

quinta-feira, 10 de junho de 2010

overseas


"The German Navy call their messes 'Messe', with the distinction Offiziermesse. The Land based messes are also called Offiziermesse."

wikipedia/mess

...

Na verdade não era um navio inglês, era um navio de guerra alemão, cheio de marinheiros alemães: 200 homens e 6 mulheres. Eles estão aqui para completar treinamento já que Plymouth é o principal centro naval da Europa. Se eles passarem nos testes, retornarão para a Alemanha e estarão prontos para participar de alguma guerra (tomara que eles passem nos exames mas que não haja nenhuma guerra).

Na verdade também não era nenhuma recepção - é que há duas semanas atrás houve uma festa na casa de Karin e Mike e o pessoal do navio, Fregatte Köln, resolveu retribuir carinhosamente oferecendo um jantar para eles e convidados. Teoricamente não poderíamos ter ficado lá depois das 10 da noite, mas eles abriram uma exceção e nós ficamos durante quase 12 horas!!

HEIN?

Sim, chegamos por la mais ou menos umas 7 e meia da noite e saímos, todos, as seis e meia da matina, depois de muita música e bebidas. A ideia era deixar a embarcação depois da janta mas estávamos todos nos divertindo tanto que a chefia resolveu ir pro pub (que eles chamam de mess) dentro do navio mesmo fazer festa.

Passamos a maior parte da bagunça do alto escalão - que nos aconselhava a não ir para a outra, a "inferior". No início achei a idéia meio preconceituosa e elitista - poxa, eles eram tão divertidos, gente boa, por que não podiam ir conosco para a bagunça "boa"? regras, eles estão abaixo, então estão proibidos de entrar em certas partes do navio. Achei injusto. Mas depois de passar alguns momentos na "bagunça do mal", inventei qualquer desculpa para sair dali e ficar longe daquela música horrível e dos vídeos pornô que eles colocavam na tela.


Mike, marido da honey bunny nos mostrou as salas de controle (onde acidentalmente apertei um botão e acionei uma sirene, terror), a casa dos motores, os canhões, os helicópteros, tudo tudo muito pacientemente. Foi uma experiência muito diferente e incrivelmente boa.

Todos foram extremamente amigáveis e gentis conosco, sempre conversando e enchendo nossos copos, no meu caso vinho tinto. Dançamos muito. Nunca vou esquecer desta noite tão especial.

...


sábado, 5 de junho de 2010

...

(almost) nerves of (stainless) steel

Whoever practises non-action
Occupies himself with not being occupied

Lao Tzu
...

Putz, como estou cansada! Hoje de manhã aconteceu a primeira parte do teste, a parte oral. Não tenho problemas para falar normalmente em aula ou com pessoas na rua, amigos e em casa com Steve. Mas quando você sabe que está sendo avaliada é bem diferente.

Na primeira parte o examinador fez perguntas relativas a minha cidade natal, sobre o que mais gosto de fazer e o que faço durante férias ou tempo livre. Normal. O importante era não dar respostas monossilábicas e tentar ao máximo mostrar vocabulário. Depois perguntou sobre o que faz os jovens de hoje sentirem adimiração. Que tipo de roupa gosto de usar e por qual motivo. Se eu acho que vou usar o mesmo tipo de roupa quando ficar velha (pô, deveria ter dito que pretendo virar uma coroa nudista). Por fim, falei sobre alimentação. E que quando era pequena comia de tudo até pedras, mas que hoje em dia tenho uma alimentação estritamente lacto-vegetariana.

Durante a segunda parte, foi sorteado - não sei até que ponto eles realmente sorteiam ou escolhem - um assunto: fale sobre um amigo (a) seu que fez algo do qual você se orgulhou. Ótimo, não veio nada a minha mente, não porque não me orgulhe de meus amigos, é que estava esperando algo mais genérico, sei lá, relacionado a sociedade, atualidades, geografia. Um minuto para preparar um esquema e fazer anotações. Misturei coisas que realmente aconteceram e outras que inventei na hora.

A terceira e última parte, era diretamente relacionada a anterior - ele fez perguntas sobre a amiga que admirei, por que admirei e se contei pra ela que a admirei. Pra falar a verdade, não lembro o que falei exatamente - mas acho que correu tudo tranquilo. Suor.

Amanhã de manhã acaba o sofrimento!! Listening, reading and writing. Sinto que não entra mais nada na minha cabeça, por isso resolvi relaxar, tomar sopa de tomate e assistir tv. Antes de dormir vou revisar algumas anotações e só. Chega.

...

E amanhã depois da prova vou comprar um vestido e talvez uma sapatilha nova pois vamos - Mohammed, Julia, Sunny e eu - a uma recepção em alto mar!

HEIN?

Karin, nossa honey-bunny alemã é casada com um oficial da marinha, também alemão, e nos convidou para esta festa mais que especial em um navio inglês!! Acho que vai ser uma experiência bastante peculiar. Pena que Steve não está aqui para ir conosco.

...

Semana que vem voltarei a ajudar Oriel com as filmagens e devo passar na escola para fazer algumas gravações com Paul, para o curso de controladores de voo. Ele disse que meu inglês é bastante claro mas com pitadas de português brasileiro. Ainda bem.

...